A Arte da Ciência no Cérebro




A Arte da Ciência no cérebro

Há trinta anos, engenheiros do Laboratório de Pesquisas da GE em Niskayuna (estado de Nova Iorque, Estados Unidos) construíram uma das primeiras máquinas de ressonância magnética do mundo. O primeiro teste do equipamento foi tentar espiar a cabeça de um dos pesquisadores, o que resultou no primeiro exame no cérebro humano. “Foi um momento emocionante”, conta John Schenck, cientista líder do projeto. “Achávamos que seria possível ver apenas um buraco negro. E, no final, foi possível ver o cérebro inteiro”.

Se isso foi revolucionário na época, saiba que os laboratórios da GE continuam trabalhando a pleno vapor para descobrir mais formas de auxiliar a saúde por meio da ciência. A alguns metros do escritório de Schenck (que continua na ativa como pesquisador), um novo sistema de ressonância magnética é desenvolvido para que possa analisar o cérebro em suas microestruturas, por meio de uma resolução sem precedentes. Alguns pesquisadores utilizam o equipamento para identificar como as moléculas de água se comportam dentro do órgão. Isso os ajudará a compreender como o cérebro é estruturado, em detalhes, e quais as funções de cada parte.

No futuro, os scanners médicos poderão ser usados para estudar o comportamento das doenças cerebrais: do derrame à doença de Alzheimer, passando até mesmo pela depressão. Aproximadamente um quarto dos exames de ressonância magnética, hoje, são relacionados à análise cerebral e estas imagens poderão auxiliar no acompanhamento mais rigoroso do que acontece nestes quadros clínicos: uma verdadeira evolução no diagnóstico. Veja, abaixo, algumas imagens feitas pelo grupo de pesquisa:

Esta imagem mostra os padrões complexos de conectividade do córtex humano, medido in vivo com ressonância magnética. Os dados foram obtidos e processados ​​em um scanner de ressonância magnética da GE, usando imagens de espectro de difusão acelerada com sensoriamento comprimido, uma técnica desenvolvida no GE Global Research Center. 

Tactrografia difusa do cérebro, que exibe longos feixes de substância branca do cérebro. As cores indicam os feixes de nervos que comandam cada área do nosso corpo. Vermelho: esquerda-direita; verde: anterior-posterior; azul: cabeça-pé. Os dados foram obtidos e processados ​​em um scanner de ressonância magnética GE em 3 Tesla (MR750), usando imagens de espectro de difusão acelerada com sensoriamento comprimido, uma técnica desenvolvida na GE Global Research.


A história de hoje é uma adapatação do texto publicado originalmente no GE Reports US. Leia a versão em inglês em http://www.gereports.com/post/89963651565/the-art-of-science-take-a-look-at-the-future-of-brain.